“Já deu tudo certo” do Padre Marcelo foi o CD mais vendido em 2013

cd_ja_deu_tudo_certo-800x448O Padre Marcelo Rossi e o cantor Roberto Carlos foram os campeões de vendas de discos em 2013 no Brasil, de acordo com o relatório divulgado pela Indústria Fonográfica (IFPI), nesta quarta-feira (19).

O álbum “Já Deu Tudo Certo”, do Padre Marcelo, foi o mais vendido no Brasil durante o ano passado, seguido por “Remixes”, de Roberto Carlos.

Os maiores vendedores de CDs no Brasil em 2013

1. Padre Marcelo Rossi - “Já deu tudo certo”

2. Roberto Carlos - “Remixes”

3. Paula Fernandes - “Um ser amor”

4. Paula Fernandes - ”Edição especial”

5. Anitta - ”Anitta”

6. Paula Fernandes - ”Multishow ao vivo”

7. Luan Santana - ”O nosso tempo é hoje”

8. Damares - ”O maior troféu”

9. Padre Reginaldo Manzotti - ”Faça-me crer”

10. One Direction - ”Midnight memories”

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Trio é preso acusado de latrocínio de idosa de 70 anos em Mandaguaçu

A Polícia Civil apresentou na manhã desta quarta-feira (19) três usuários de drogas que são acusados de matar e roubar uma idosa de 70 anos em Mandaguaçu no último dia 2 de setembro. Outros três adolescentes de 14, 15 e 16 anos também são apontados como participantes do crime.

De acordo com o delegado Valdir Adão Samparo, os acusados são Fabrício Monteiro da Silva Dias, de 18 anos, Franciele Gonçalves dos Santos, de 23 anos (conhecida como Ciele), e Wellington Ferreira dos Santos, de 19 anos (conhecido como Eto). “Um deles sabia que a senhora vivia sozinha. Então, três entraram na casa, enquanto outros três ficaram do lado de fora. Agrediram a mulher com uma paulada, roubaram joias e dinheiro para trocar por droga, e a deixaram lá. A idosa teve um ferimento grande na cabeça, e acabou morrendo”, diz o delegado.

Os três foram presos recentemente, após terem os mandados de prisão expedidos. Já a situação dos adolescentes está a cargo da Justiça.

Relembre o caso

Ivete Aparecida de Oliveira Barbosa foi encontrada morta na casa onde vivia, na Rua Santo Carraro, no Jardim São Lázaro, área central de Mandaguaçu, quando familiares foram até a residência. O local estava revirado, e a idosa já estava em óbito.

O Diário

Ciclista sofre acidente em galeria destampada em Mandaguaçu

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Na noite de ontem (11), um ciclista sofreu um acidente no jardim Amanda em Mandaguaçu. Por volta das 19h, Alexsandro Almeida (32), caiu após passar de bicicleta por uma galeria sem tampa. O fato ocorreu na marginal da PR-552.
Segundo Almeida, o acidente só não foi pior, pois ele estava utilizando capacete. Saí voando! Parecia um foguete! Só não estourei minha cabeça porque estava de capacete.” O ciclista sofreu ferimentos leves no joelho e cotovelo direito, e diz que vai procurar seus direitos. “Gastei R$ 220 na suspensão da bicicleta no sábado, e na primeira volta acontece isto.”  Nas fotos postadas no facebook,  Alexsandro comenta que vai apurar a responsabilidade de tamanha falta de respeito com os contribuintes”.

 

Mandaguaçu: Empresário e moradores reclamam do acesso ao parque industrial

Construída em 2010, a via de acesso ao Parque Industrial Paulo Saes e ao Jardim Europa em Mandaguaçu está em estado de abandono. Após a reclamação de moradores, na tarde de hoje (10), fui até o local para fotografar a situação.
A via que tem extensão de 530 metros, passa por debaixo  do viaduto na BR-376 em Mandaguaçu. Além da falta do asfalto, moradores reclamam da não sinalização do local. “A noite é terrível passar por ali. Não é iluminado, não tem placas, não tem asfalto. Com chuva fica pior ainda! Vieram arrumar aí, mas não resolveu nada.”, desabafa José Clemente, morador do jardim Europa.

A via que dá acesso ao Parque Industrial Paulo Saes, é rota de caminhões de empresas e distribuidoras. Um empresário que pede para não ser identificado, relatou a situação precária do local. “Desde quando fizeram esse acesso, ficou da mesma forma. Isso não tem explicação! Falaram que iriam passar asfalto, mas só tem pedra! Sem falar que tem parte que está desbarrancando.”

A abertura da via em 2010, teve como objetivo eliminar o cruzamento na BR-376, onde aconteciam vários acidentes.

População reclama de falta de iluminação próximo à rodoviária de Mandaguaçu

Após a matéria publicada em pauloramires.com, inúmeras reclamações foram recebidas relatando a falta de iluminação na cidade de Mandaguaçu.

Rua Tibiriça, ao lado da Rodoviária. O local não possui nenhuma iluminação.

Rua Tibiriça, ao lado da Rodoviária. O local não possui nenhuma iluminação. Foto: Paulo Ramires

O morador Cléber Gomes, reclamou da falta de iluminação na rua lateral a rodoviária do município. “A rua Tibiriçá – entre a rodoviária e o Matec (Clube) – é uma escuridão total.”
Em entrevista, Regiane Peres (29), disse que está impossível desembarcar na rodoviária no período da noite. “Eu estou parando no ponto da rua Sete de Setembro e desço a pé, mesmo sendo mais longe. Não tenho coragem de descer na rodoviária sozinha. As ruas dali estão escuras.”

Outros pontos da cidade também foram denunciados por internautas. Os moradores reclamam que existem lâmpadas queimadas nas ruas Santos Dumont, sete de setembro, avenida Ney Braga, avenida Munhoz da Rocha, rua Paraná, rua Brasil entre outras.

Um morador que preferiu não se identificar reclamou da falta de pontos de iluminação na Vila Guadiana, e que muitos postes estão com as lâmpadas queimadas. “Aqui está terrível! A noite não podemos sair de casa!”

Rua Santos Dumont conta com vários pontos com lâmpadas queimadas.

Rua Santos Dumont conta com vários pontos com lâmpadas queimadas. Foto: Paulo Ramires

Procurada, a assessoria da prefeitura de Mandaguaçu disse que é do município “a responsabilidade de manutenção da iluminação rebaixada.” Ainda segundo a assessoria, foi realizado um levantamento e a cidade conta com aproximadamente 400 lâmpadas queimadas, mas que já estão sendo substituídas.

A assessoria informou que “está em fase de orçamento a compra de um caminhão exclusivo para o atendimento da iluminação pública de Mandaguaçu. Enquanto isso, o Departamento de Obras continua realizando as manutenções dentro das condições necessárias.”

Criança morre atropelada por carreta no distrito de Iguatemi

Foto: João Paulo Santos

Foto: João Paulo Santos

Uma criança de 11 anos morreu após ser atropelada por uma carreta na tarde desta quinta-feira (6) no distrito de Iguatemi, em Maringá. O acidente aconteceu por volta das 15h40 na Rua dos Pioneiros, no Jardim Marajoara, a aproximadamente 20 metros da casa do avô da vítima. O motorista do caminhão – cujo nome não foi revelado pela polícia – será indiciado por homicídio culposo.

A estudante Roberta Organhi Nicoletti estava a caminho da casa do avô Antônio Organhi, 65 anos, – como fazia todas as tardes – quando foi atropelada pela carreta (placa AKC-7735 de Maringá) de propriedade da Usina Santa Terezinha. Ela foi atingida ao tentar cruzar a rua e morreu na hora. No asfalto, as marcas de frenagem por cerca de 20 metros apontam que o motorista tentou frear e desviar da garotinha, porém não conseguiu evitar o choque.

Os pais de Roberta chegaram minutos após o acidente e ficaram desesperados ao se depararem com o corpo da filha no asfalto. A morte da menina também comoveu e revoltou os moradores do bairro, que reclamam do abuso de velocidade dos motoristas na via, uma das principais de acesso a Usina Santa Terezinha.

“Isso é uma pista de corrida dia e noite, alguém precisa fazer alguma coisa para acabar com isso”, desabafou o aposentado Cládio Nicoletti, 49 anos, tio da vítima. Segundo ele, os moradores já solicitaram à Prefeitura de Maringá a implantação de quebra-molas, porém ainda não foram atendidos, mesmo com o registro de outros acidentes com mortes no local.

Bastante emocionado, o avô de Roberta contou que a maioria dos motoristas não respeita o limite de velocidade da rua, que é de 40 km/h de acordo com as placas de sinalização. “Ninguém obedece o limite de velocidade, eu moro aqui e vejo os abusos. Quase todo mundo anda a mais de 60 km/h”, relatou o aposentado.

O corpo de Roberta foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Maringá.

Em contato telefônico, o secretário de Trânsito e Segurança (Setrans) de Maringá, capitão Ideval de Oliveira, disse desconhecer a solicitação de moradores do distrito pela implantação de quebra-molas na Rua Pioneiros, mas garantiu que tomará providências.

“Vou pedir para uma equipe de agentes de trânsito realizar a aferição da via com radar móvel já na manhã desta sexta-feira, e se confirmarmos abuso de velocidade certamente serão tomadas providências para que o limite seja respeitado pelos motoristas como, por exemplo, a instalação de um radar no local”.

O DIÁRIO

Milhares de fiéis participam das Missas de Cinzas em Mandaguaçu

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Foto: Marcelo Cavalcante

Milhares de fiéis católicos da cidade de Mandaguaçu,  participaram  ontem (05), das celebrações da Santa Missa na paróquia São Sebastião. As celebrações foram presididas pelo pároco pe. Milton Antônio Bossoni em três horários: 5h45, 15h e 19h.
A quarta-feira de cinzas marca o início da Quaresma. Os fiéis participaram da distribuição das cinzas, tradição que segundo a Igreja Católica, representa a fragilidade do ser humano e simboliza o arrependimento perante Deus.

Na homilia, pe. Milton falou como viver a período da Quaresma. “Nestes quarenta dias são recomendadas três práticas: o jejum, a oração e a caridade”.

Às 20h30 foi celebrada a Santa Missa na capela Santa Terezinha do Menino Jesus na Vila Guadiana.

 

 

Falta de iluminação pública gera medo em moradores de Mandaguaçu

Rua João Barata no Hiro Vieira - Foto: Paulo Ramires

Rua João Barata no Hiro Vieira – Foto: Paulo Ramires

Ruas completamente escuras e outras com pouca iluminação, é uma realidade de muitas vias da cidade de Mandaguaçu. A falta de iluminação tem amedrontado moradores que se queixam da não substituição das lâmpadas queimadas nos postes.

Segundo uma moradora que pede para não ser identificada, o descaso é grande. “Já reclamei na Copel e na Prefeitura. Um joga para o outro o problema! Enquanto isso, eu pago a taxa de iluminação todo mês!”.

A resolução 414 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), emitida em 2010, determinou que, desde o início de fevereiro de 2014, os cuidados com manutenção e expansão da rede devem estar sob a responsabilidade dos municípios e não mais de concessionárias e distribuidoras de energia.

A moradora do conjunto Hiro Vieira, mora na rua João Barata, rua paralela à BR 376. Segundo ela, dois postes estão sem iluminação há mais de 15 dias. “Eu morro de medo de sair de casa à noite. Aqui na beira da rodovia se um bandido quiser, assalta a gente! Aqui passam crianças e muita gente passa aqui depois que desce da circular.”

COPEL

Em seu site, a Copel, informa que em algumas localidades, o serviço de substituição de lâmpadas e demais componentes da iluminação das ruas é executado pela Copel. Em outras, pela própria Prefeitura.
Na cidade de Mandaguaçu, segundo a Copel, a responsabilidade pela iluminação pública é da Prefeitura Municipal.

A Copel ainda informa que a contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública é definida através de lei municipal e tem como finalidade cobrir os gastos com o consumo de energia elétrica, a manutenção e a ampliação do serviço. A companhia lembra, que a maioria das prefeituras mantém contrato com a Copel para arrecadar a contribuição nas contas de luz dos consumidores.

PREFEITURA

Procurada, a assessoria da Prefeitura de Mandaguaçu informou que vai reunir as informações solicitadas pela reportagem, e que amanhã (07), se pronunciará sobre o assunto.

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Formação da Pastoral da Comunicação em fotografia