maringá

Oração da Manhã – 30/05/2015 – Rádio Colméia

Corpo de menina de Mandaguaçu é encontrado em Maringá

A Delegacia de Homicídios de Maringá (DH) identificou o corpo encontrado na tarde de quarta-feira (11), na zona rural da cidade. De acordo com a polícia, trata-se da adolescente Laís Caroline Rodrigues da Silva, 15 anos, que residia em Mandaguaçu (32 km de Maringá) e estava desaparecida desde o final de maio passado.

Diante do avançado estado de decomposição do cadáver, o reconhecimento só foi possível por meio de tatuagens que a vítima possuía em várias partes do corpo, além da estatura, cor da pele, cor e comprimento dos cabelos. No entanto, ainda serão realizados comparação digital e exame de DNA para oficialização.

O corpo da adolescente foi encontrado por volta das 16 horas, em meio a uma plantação de milho nas imediações da Estrada Guaiapó, zona norte de Maringá. Marcas de ferimentos comprovaram que a vítima foi morta a facadas.

A garota apresentava um corte na lateral esquerda da garganta e outro ferimento profundo na coxa, na altura da virilha direita. O maxilar inferior estava deslocado, provavelmente em decorrência de um murro. O cadáver estava nu, em decúbito dorsal, com as pernas abertas, situação que reforça a suspeita de abuso sexual. A vítima vestia apenas um par de meias, tipo soquete, de cor branca. As roupas e calçados não foram localizados.

Laís também usava um anel no dedo anelar da mão esquerda e outros dois no dedo anelar da mão direita. Ela tinha uma tatuagem nas costas, próxima da nádega; uma flor vermelha na panturrilha direita e três estrelas grandes e várias pequenas no lado esquerdo do abdome. Havia ainda outra tatuagem no ombro direito que não foi possível definir devido às condições da pele, que já estava enegrecida.

De acordo a polícia, Lais desapareceu na noite de 31 de maio, após ir a Maringá em companhia da irmã, de 16 anos. O plano das meninas era ir a uma boate, mas ao chegar no centro da cidade Lais teria se distanciado, avisando que iria comer um lanche. Desde então, não foi mais vista. Até o final da tarde de ontem, a DH não tinha pistas que pudessem esclarecer a autoria do crime.

O DIÁRIO

1º de MAIO: Romaria do Trabalhador da Arquidiocese de Maringá

IMG_3330Participação do Padre Sidney Fabril em meu programa na Rádio Colméia. Conversamos sobre a 25ª Romaria do Trabalhador da Arquidiocese de Maringá, que será realizada no próximo dia 1º de maio, com início em frente ao antigo aeroporto. A 25ª Romaria do Trabalhador encerra com a Santa Missa às 18h na paróquia São José Operário.

PROGRAMAÇÃO:

1º de maio de 2014
15h – Acolhida – concentração – Praça do antigo aeroporto – hoje SETRAN.
16h – Oração inicial e Apresentação da realidade do mundo do trabalho.
16h45’ – Caminhada até a Igreja Matriz São José Operário – Iluminação da realidade do trabalho com a Palavra de Deus e o Ensino Social da Igreja.
17h20’ – Chegada e Partilha do lanche.
18h – Celebração da Eucaristia – Encerramento da Novena do Padroeiro.
19h – Bênção dos símbolos do trabalho e entrega do Cordão de São José.

 RECADOS IMPORTANTES:

1 – Levar 1 kg de alimento não perecível para ser doado às pessoas de outros países que estão trabalhando na região em situação de vulnerabilidade social;
2 – Levar um símbolo do seu trabalho para ser abençoado;
3 – Levar lanche para a partilha;
4 – Levar copo ou garrafa para tomar água e suco a fim de não poluir a natureza com copos descartáveis.

Formação da Pastoral da Comunicação em fotografia

Cobertura da morte de Dom Jaime Luiz Coelho

Padre Fábio de Melo em Maringá

???????????????????????????????No domingo (04), entrevistei o padre Fábio de Melo em Maringá. Na entrevista o padre falou da emoção de cantar para o Papa Francisco e lançar o novo DVD Queremos Deus.

Banda Anjos de Resgate participa do Hallel Maringá neste sábado

Missa com Dom Anuar abrirá programação do Hallel Maringá no domingo

Fórum Lixo & Cidadania reúne candidatos à Prefeitura de Maringá

Moradores reclamam da queima de cana em Mandaguaçu

Com umidade relativa do ar abaixo dos 30%, e com a falta de chuva, a situação fica cada vez mais crítica em nossa região. Problemas respiratórios batem recordes nesse período de estiagem que já passa de 1 mês.

E para piorar a situação, a queima da cana-de-açúcar vem aumentar ainda mais os problemas.

“Muito serviço e água para limpar toda essa sujeira que a usina deixa em nossas casas. E quem é que paga a conta ein??” – Verginy Gregory, moradora de Mandaguaçu

A moradora de Mandaguaçu, Verginy Gregory, postou no facebook uma foto da situação que fica os quintais nesse períodos de queima da cana.  Segundo ela, varrer não resolve o problema. “Varrer só espalha a fuligem que acaba piorando a situação das pessoas que tem problemas com alergias.”

Minha  sugestão é para que os municípios da região criem uma resolução que determine a suspensão da queima da palha da cana-de açúcar, em qualquer período do dia, quando o teor de umidade relativa do ar for inferior a 30%. Pois 30% é o limite aceitável para o ser humano segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).